sábado, 28 de julho de 2012

A culpa é da Sacolinha !


Fico tentando entender o motivo pra tanto sensacionalismo com relação às pobre coitadas das sacolinhas...
Temos leis avançadíssimas, sim. Mas essa se mostrou ridícula e fora de contexto.
Vamos pensar.... (como diz meu amigo do twitter, pensar não doi)
Certa vez me deparei com a ideia da vovó de levar sacolas de lona para fazer compras. Vovó nunca foi um símbolo de ações sustentáveis, ela apenas achava que carregar as compras em sacolas de lona (feita por ela) era mais prático, além do fato de que na época dela as sacolas não eram distribuídas “gratuitamente”.
Hoje a ideia dela se tornou um símbolo de pensamento verde (grande vovó, pena que não está mais entre nós pra receber um prémio).
O engraçado foi proibir o uso dessas sacolas com uma desculpa imbecil e ridícula. Eh muito mais fácil culpar a sacola da poluição. O problema da sacola é o plástico de que ela eh feita, mas vamos analisar as embalagens que compramos... eh tem muito mais plástico detonador do que a pobre coitada. Então borá proibir as embalagens plásticas? Mas o plástico tem uma capacidade de reciclagem alta e evita a exploração de mais petróleo... o que fazer?
Acho que a lei que proíbe as sacolas poderia ter uma desculpa menos hipócrita do que “sacolas poluem mimimi”.
Sou a favor das pessoas usarem menos sacolas (preste atenção na palavra ‘menos’), Ser a favor ou não, é uma questão de conceitos e baseio meus conceitos num raciocínio menos idiota do que ouço por aí. Meu raciocínio é o seguinte: Se os supermercados não distribuem mais sacolas, as pessoas são ‘obrigadas’ a levar a sua pra fazerem compras. No momento que a pessoa lembra de levar a sacola, começa a pensar no que vai colocar nela. Daí vem o pensamento de pensar antes de comprar, esse pensamento reduz muito compras desnecessárias. Quando vc compra o que precisa, reduz o desperdício, geração de resíduos e consequentemente vira um ser “verde” sem precisar ficar desfilando por ae com uma blusa do Greenpeace.
Agora esse meu raciocínio não entraria na cabeça de donos de supermercados. Eles precisam de que as pessoas comprem. Logo, é muito mais fácil induzir os supermercados a pregarem cartazes verdes escrito “traga sua sacola – o meio ambiente agradece” do que “compre o necessário – use produtos orgânicos – reutilize embalagens”.
Ontem, após fazer compras, minha mãe trouxe uma sacola retornável de lona, linda, tinha uns corações verdes misturados com símbolos de reciclagens e desenhos do planeta terra escrito: Save the planet. Linda sacola, para os verdes otários é conhecida como “ecobag”. Agora o detalhe principal da sacola era “Made in Vietnã”. Olha que símbolo de sustentabilidade. Vc usa uma sacola ecológica fabricada por mão de obra barata (com péssimas condições de trabalho)) e ainda escrito “Salve o Planeta”? Como salvar um planeta utilizando trabalho escravo de pessoas à margem da pobreza? E ainda chamar essa sacola de “ecológica”? Porra ! As pessoas deveriam ser que nem a vovó e criarem sua própria sacola, usar a criatividade eh bem mais ecológico !
Afinal, é bem melhor parar de usar sacola pq ela é feita de plástico que polui mimimi e comprar uma sacola feita por trabalhadores explorados do outro lado do mundo... ah é, a culpa não é minha, a culpa é da sacolinha !

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

O importante não é saber mudar de ideia, Mas sim, saber que as ideias mudam...

A melhor forma de se formar uma opinião é analisando qualquer coisa críticamente. O que hoje é praticamente o mais foda pq a televisão e as redes sociais te intopem de merda e vc como um ser humano normal se acomoda akilo tudo e tem preguiça de questionar e fica a mesma merda, reclamando de tudo e blablabla.
Bem, eu sou uma pessoa que vive em crise, crise de tudo por sinal, crise de identidade, crise ideológica, crise emocional e por ae vai... Acho as crises necessárias para minha sobrevivência, pois sem elas eu não formaria minha personalidade. Questiono demais e tento ver as coisas além do que elas dizem...
Tem muita coisa que antes eu pensava que fossem hiper legais mas analisando criticamente a fundo, é apenas mais um mecanismo de manipulação escroto q eu tava me envolvendo.
Isso é importante na vida de todo ser pensante.
Enfim, hoje me sinto muito cética com a questão ambiental e a forma como se seguiu e está seguindo... Uma forma clichê, escrota e completamente acrítica. A galera acha importante salvar o pandinha na china, mas quando passa por um hippie na Praça 7 chama ele de vagabundo e ect...
Galera acha a reciclagem importante pro tal 'planetinha' mas não sabe porra nenhuma do que é e como é feito o processo e como pode ajudar... sabe, só reproduzem o debate da mídia, que é importante, mas ngm sabe falar POR QUÊ, PRA QUEM é importante...
Talvez seja por isso q eu vivo em crise, mas vivo em crise sem ser babaca.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Natal Sustentável, Não Obrigada.

Sim, não quero um natal sustentável.
Primeira coisa, O QUE É UM NATAL SUSTENTÀVEL?
Recebi uns e-mails que diziam isso, por um natal sustentável, dicas para um natal sustentável e blablabla...
Então vamos por partes.
Pra quê Natal? 
Para quem acredita, tem um fundamento...
Queria ressaltar que o que escrevo é a minha opinião pessoal. E que se Natal tem ou não fundamento, é uma questão de conceitos...
Uma data para comemorar o nascimento do filho de Deus, reunindo a família em sua homenagem. Trocas de presentes deveriam ser apenas símbolos dessa união e integração das pessoas, mas acabou se transformando no principal. 
Uma coisa é certa, Natal foi transformado numa data para beneficiar o sistema, o mercado e sua felicidade.
Ser feliz não é mais estar com sua familia, amigos e talz. Felicidade foi um conceito que o sistema adaptou à nossa cultura. Felicidade é poder consumir o que eu quero, a hora que eu quero, qndo eu quero. Dai viemos com o nosso egoísmo, akele gene que herdamos dos nossos pais. Nascemos seres humanos, Egoistas.
Sobre o natal, crescemos sabendo sobre a sua ideologia e práxis.

Mas, SUSTENTABILIDADE?
Um conceito novo que foi colocado ao lado de Natal.
Vamos lá no Relatório Brundtland, ou Nosso Futuro Comum, em 1987 aprensentou um novo olhar  sobre o desenvolvimento, definindo-o como o processo que “satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades”. É a partir daí que o conceito de desenvolvimento sustentável passa a ficar conhecido, assim como sustentabilidade.
Qndo vc consegue adptar esse conceito tão genérico em qualquer forma de agir, podemos observar o quanto é perigosofalar em sustentabilidade. Ser Sustentável, vc pode ser sustentável comprando loucamente e sem pensar no que fazer depois com o que consumiu, apenas deixar ali que durante a manhã a prefeitura coleta. Simples. Minha sustentabilidade acaba qndo eu não consigo mais ver oque eu gerei.Sustentabilidade virou marketing, uma ferramenta para as pessoas se enganarem, como todas as ferramentas de marketing já existentes nesse sistema. Apenas para te incentivar a consumir sem se preocupar, pois a empresa já plantou eucaliptos para mitigar as emissões de carbono do produto. é tãaao bonito. Grande Merda. Manipulam as pessoas e alienam , fazem um novo consumidor preocupado no bem do planeta e sai da loja chutando o mendigo na rua. é essa a sociedade que queremos?! Pensa nisso galera.

Enfim, para mim, Natal Sustentável é um Natal sem consumo. Seria possível?! Não. Então desculpem-me, mas Natal Sustentável, não obrigada.

domingo, 28 de novembro de 2010

Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e o debate socioambiental.

Sancionada em 02 de agosto de 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos representa um marco no avanço de questões relativas ao impacto do consumo da população no ambiente onde estão inseridas.Foram mais de duas décadas de discussões, inúmeras comissões e trâmites diversos. Prazo muito grande para um país que descarta cerca de 150 mil toneladas de lixo por dia.
Além dos municipios e estados terem de se adequar a planos de gerenciamento de resíduos, as empresas  do setor privado devem passar a adotar a logística reversa, pois, conforme a lei, os fornecedores de produtos ficam responsáveis pelo pós-consumo. Em outras palavras, o ciclo de vida dos produtos devem ser analisados e repensando a forma de descarte e reutilização, logo os fornecedores ficam responsáveis pelo recolhimento ou o retorno dos resíduos ou partes inservíveis do produto visando à correta destinação ambientalmente indicada. Inclui, também, o correto descarte em aterros, embalagens, resíduos da construção civil, dentre outros.

Para saber mais, acesse :
http://noticias.ambientebrasil.com.br/artigos/2010/07/30/58284-politica-nacional-de-residuos-solidos-pnrs-e-adequacao-das-empresas.html
http://www.lixoeletronico.org/blog/politica-nacional-dos-residuos-solidos-e-aprovada-com-obrigatoria-logistica-reversa-de-eletroni
http://www.rc.unesp.br/igce/planejamento/download/Projeto%20PNRS.pdf
Em minas: 


A Semana Mineira de Redução de Resíduos, que ocorreu durante os dias 20 e 28 de novembro de 2010 ampliou o debate sobre esta política (a PNRS) e suas repercursões. 
Durante o Seminário Políticas Nacional e Estadual de Resíduos Sólidos, assistimos palestras que tinham como objetivo, se integrar sobre as atuais visões de diferentes setores da sociedade. Enfatizando o estado de Minas Gerais que é referência neste aspecto, um estado avançado, segundo Silviano Silvério, Secr. de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano, MMA, que considerou,a logística reversa, como uma responsabilidade compartilhada no âmbito nacional de proteção ambiental e consciência de um consumo sustentável da população.

Sobre a Semana Mineira de Redução de Resíduos acesse: http://www.minasmenosresiduos.com.br
Mais comentarios sobre o seminário sobre políticas Nacional de Estadual de Resíduos Sólidos, em breve ! 

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Dia do Sexo.


Dia das mães, Dia dos Pais, Dia das Crianças, Dia dos Namorados. Em meio a tantas datas comemorativas no nosso calendário oficial , por que não criarmos um dia em homenagem àquilo que deu origem a tudo : sexo !
http://www.diadosexo.com.br/index_flash.php
O mundo precisa se amar mais. Comemore.
Mas lembre-se, usem camisinha.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Mundo Verde ?

"Pense verde !" / "Juntos, por um mundo verde !" / "Iniciativa verde, por um mundo melhor"/ Somos verdes... verdes e verdes...
empresa de mineração ou mesmo marcas que roupa que influenciam o consumo, refrigerantes, perfumes, e diversas empresas capitalistas são verdes... E você , também é verde?

Logo, ser verde ou não, é também uma questão de conceitos...

Mas, já pensou o quanto paradoxal é a cor verde ?

Ao mesmo tempo que representa 'esperança', 'tranquilidade', 'equilibrio' e 'natureza'; o verde também é a cor do musgo, da podridão, da 'inveja'....

O movimento ambientalista não precisa de mais coisas paradoxais. Mas sim, de integrações, para se consolidar e assim, evoluir. Não podemos ficar estagnados ao pensamento ambientalista radical, devemos pensar que a sociedade e meio ambiente se integram, e essa relação causa diversos impactos. A questão é ter consciência do impacto que geramos no nosso planeta, agir e interagir com esse meio, da forma menos impactante. Mas como?

Outro dia li sobre o 'movimento turquesa' http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/eco/verde-nao-turquesa-232080_post.shtml, e fiquei pensando sobre exatamente a necessidade em evolução dos ideais ambientalistas..

Por mais que o tal movimento turquesa esteja ligada a marketing, ou algo parecido, podemos considerar a ideologia proposta, e adptar ao pensamento que eu introduzi acima. Não é só pensar no meio ambiente, pq ele não está só, não é uma coisa isolada, mas sim, integrada com as relações sociais. Talvez o azul ajude a mudar essa visão. (dando akeela viajada..) O azul representa o céu, o oceano, onde o pensamento pode fluir sem restrições, sem limites... inspirar o pensamento fora dos padrões e ir além... lembrar das infinitas possibilidades...
voltando ao concreto, isso possibilita a ruptura de estereótipos, mudança de paradigmas e tudo que promove a evolução do pensamento. Assim, baseado na possibilidade em se integrar o meio ambiental com o social, poderiamos considerar, ao mesmo tempo, a mistura do verde e azul, ou seja, turquesa. Com o movimento verde, é dificil classificar o grau de importância das coisas, um exemplo disso, são as hidrelétricas:
Ao mesmo tempo que fornece energia elétrica para a sociedade ocidental sustentar seus hábitos de consumo, com uma energia 'limpa'; entra em conflito com interesse das populações locais, como povos ribeirinhos e indígenas; além disso, existe a perda de biodiversidade e redução das áreas verdes, devido à barragem. Então, como definir o grau de importância desses fatos ?
Estudos ambientais são feitos, mas como relevar as questões culturais, além de alocação adequada da população? (...)
São estudos socioambientais, que precisam ser analisados e pensados
além da ideologia verde.
E o movimento turquesa pode ser pensado como evolução desse pensamento. Por que nãao? Pensa nisso.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Feelings'

Oh yeah, sentimentos. O que seria isso ?
teoricamente, informações que seres biológicos são capazes de sentir nas situações que vivenciam...Procuraremos não conceituar, justamente pelo fato de que além de sentimentos serem uma coisa individual, se é relevante ou não considerá-los importantes é uma questão de conceitos...
Atualmente o termo sentimento é também muito usado para designar uma disposição mental, ou de propósito, de uma pessoa para outra ou para algo. Consideraremos, aqui , esta disposição mental [ou não] de uma pessoa para outra, ou melhor de uma menina a um menino, ou virse versa, ou ao oposto, ah,fodas.
Uma coisa que não entra na minha cabeça, é a ‘facilidade’ que algumas pessoas tem em ‘amar’... Mas isso é tão individual, que eu me recuso a tentar entender realmente. Da mesma forma que alguns tem ‘facilidade’, outros tem ‘medo’. Sim, medo de sentimentos, de expressar, se privam de sentir, pelo simples fato de que nunca é correspondido. Ta aí o erro, se o sentimento não se dá, se sente, e isso é uma coisa interna e completamente individual, porra, pra que vc vai ficar esperando que uma outra pessoa sinta o mesmo por vc ? Falo de sentimentos, e não ações. Ações são dinâmicas e precisam de feedbacks, sentimentos não. Por isso que surge o ciúme.. se a pessoa que o sente, soubesse previamente que amar não é possuir, pensaria duas vezes antes de colocar o ser ‘amado’ á mercê do ciúme. Outra coisa que devemos refletir: já ouvi muitas pessoas falando que querem alguém pra chamar de seu. Espera aí vey..., alguém pra ser SEU, tipo um sapato, um telefone, um objeto, que necessariamente, vc possua? Então vc quer possuir alguém, ter o poder e o controle sobre tal? Isso é amor ? séerio, que fico com muito medo disso.. às vezes até entendo os homens, qndo as meninas começam a agir assim, “querer fulando pra mim”, veeey ele não é seu porra. Ele não é seu cachorrinho, sua barbie e nem seu notebook pra vc falar que é seu. Saca? Por isso as mulheres geralmente sofrem mais com a chamada ‘dor-de-cutuvelo’ , e pq vc acha ein? Cláro, vc quer ter alguém pra chamar de seu. Pensando assim, vc quer um objeto, não uma pessoa para compartilhar emoções e blablabla... e deve ser por isso que os homens correm de relacionamentos... okay, não vamos generalizar, mas os homens que sofrem com esse mal, são exatamente os que agem como a maioria das mulheres, querendo dominar outro ser humano, para falar o que ? que a ama ? porra, isso vai além dos limites universais de liberdade.
As vezes acho que as mulheres, com essa parada de sentimentos demais, assustam os homens. E ao contrário tbm é válido, homem com sentimento demais é chato pá porra. Sejamos um tanto medianos nos sentimentos, pode ser ? sem extremos, fraga?
Então, para num ficar um post de uma pessoa revoltada, digo-lhes que nem tudo está perdido, é só vc parar com aqueeela ideia sobre possuir alguém, fraga? Medo disso. E parar de querer retribuição de sentimentos. Deixaar as coisas rolarem, sem querer demais... quer sentir? sinta direito, oras. Amar é sentir raiva, angústia, dor, prazer, sentimentos e sentimentos. Não negue jamais isso.